Sábado | Outubro 20, 2007

A loja chinesa

O Natal estava próximo então decidi ir comprar prendas para todos as minhas amigas. Quando entrei numa loja chamada "as prendinhas" vi muitas coisas bonitas dirigi-me logo a um peluche que lá estava era mesmo fofinho, já eu tinha a ideia a quem dar.
- Desculpe, pode vir aqui? -Perguntei a uma senhora que lá estava a atender os clientes.
- Sim, diga? -E veio ela a minha beira.
-Quanto custa este peluche? - Perguntei eu muito depressa.
-Esse peluche custa 30€! - Disse ela com um sorriso.
Eu apenas tinha 50€, e teria que dar mais prendas por isso eu respondi:
- Obrigada mas fica para a próxima.
Então dirigi-me a outra loja que o nome "Tem de tudo: coisas úteis e inúteis, habituais e exóticas, toscas e delicadas", entrei, tinha muitas coisas a primeira coisa que eu fiz foi ver os preços, já não tinha com o que me preocupar pois eram muito baratas e bonitas.
Dirigi-me aos acessórios, vi um conjunto, gostei muito pois condizia com o tipo de pessoa que a Noémia era, então decidi comprar era barato e bonito.
Vi uma camisola mesmo linda fui lá vi o preço, comprei para a Paula.
Estava a ver o que dar a Andreia até que vi um cede da música preferida dela então também o levei.
Era tudo barato e giro que até sobrou dinheiro
Quando ia a sair da porta lembrei-me de uma pessoa muito especial para mim, parei e voltei atrás, vi uma coisa linda pois fui lá apreciei e comprei pois eu não vou dizer o que era nem para quem era...
UMA SEMANA DEPOIS...
Era noite de consoada estava com as minhas amigas e com uma outra pessoa. Dei os meus presentes a todo e eles ficarão muito contentes pois todos gostarão daquilo que eu dei.
E elas também me deram presentes adorei mas principalmente aquilo que a pessoa estava com migo dê-me, foi o melhor Natal de toda a minha vida.
Nunca o esquecerei.

Innocent

Escrito por Rafaela em 12:36:53 | Link permanente | Comments (1) |

Quinta-feira | Outubro 04, 2007

Anita

    Anita uma menina que fazia e vendia doçura em frascos de compota. Clientes nunca lhe faltavam e nunca voltarão para reclamar da sua doçura.
    A mãe e o pai de Anita chamaram-na e disse que iam viajar, a Anita deu pulos de alegria...
    - Onde vamos? -Pergunta Anita muito contente.
    - Vamos a Paris que fica na França!
    - E como é que aquilo é por lá?
    - Filha por o que sei é muito bonito tem uma torre muito alta chamada Torre Eiffel, e muitas coisas muito bonitas...
    - Quando vamos? - Pergunta Anita entusiasmada.
    - Daqui a duas semanas. - Disse a o pai...
    - Mãe, posso vender a minha doçura?
    - Sim, mas não sei se vais vender tanto como aqui!
    - Não faz mal o que importa é que vou ter o que fazer...
    - Ta bem filha...
    No dia de partida Anita acorda muito sedo e começa aos berros:
    - Mãe, mãe acorda!
    - Tem calma filha eu já vou - disse a mãe muito apressada.
    Comeu o pequeno-almoço e foi até a porta.
    - Mãe, eu vou-me despedir dos meus colegas... - disse ela muito contente.
    - Ta bem, mas não te atrases!
    - Ta bem eu vou depressa...
    Quando Anita votou a mãe já estava a por as malas de Anita no carro fechou a mala e disse para Anita:
    - Para quem disse que vinha depressa não demorou nada.
    - O, tu sabes que eu adoro os meus amigos - disse Anita triste por deixar os amigos.
    -Ta bem, anda para o carro - disse o pai com ar de muita pressa.
    Anita correu até o carro entrou pôs o sinto de segurança e lá foi ela para Paris.
    Quando Anita chegou a Paris parou e ficou surpreendida com a magia que avia no ar, a cidade era linda.
    - Anda Anita - disse o pai com um sorriso.
    - Já estou a ir - correu até o pai.
    Anita passeou muito, foi ao topo da Torre Eiffel, fés compras em quase todas as lojas, percorreu a cidade de uma ponta a outra. Ela estava muito animada.
    Quando ia no supermercado uma senhora sem querer disse em voz alta:
    - Tenho que arranjar um fornecedor para fazer doçura!
    E Anita interrompe e diz:

    -Eu posso fazer a doçura.
    - Dês de que seja vou ta bem...
    Anita foi para casa com os pais e fés muitos frascos de doçura, quando deu a provar a doçura a senhora, ela perguntou:
    - Esta boa?
    - Sim esta, uma delícia, esta aprovada.
    Anita desatou aos pulos de alegria.
    A sua vida estava a correr muito bem ainda hoje ela faz doçura, só que em vez de vender para um supermercado vendia para quase toda a Europa...
    E assim deixou de ser uma menina mas sim uma mulher...

FIMLaughing

Escrito por Rafaela em 19:45:07 | Link permanente | Comments (1) |

Quarta-feira | Outubro 03, 2007

Helena de Freitas

Nasceu em Lisboa em 1958, onde vive e trabalha.
É assessora de direcção no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian desde 1988.
Licenciada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa em 1982, concluiu o Mestrado em História de Arte, em 1986, com uma tese sobre Grafismo e a Ilustração nos anos 20, realizada sob orientação do Professor Doutor José-Augusto França.
Foi colaboradora permanente do Departamento de Documentação e Pesquisa do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, com projectos de investigação no âmbito da História de Arte Contemporânea, a partir de 1983.

É comissária de exposições antológicas, retrospectivas e temáticas desde 1987, nesta Fundação, onde se destacam entre muitas outras as seguintes exposições: retrospectiva de António Palolo, 1995; Artes Gráficas de Bernardo Marques, 1998; Ernesto de Sousa «Revolution my Body» (com Miguel Wandschneider), 1998; Linhas de Sombra (Com João Miguel Fernandes Jorge), 1999; retrospectiva de Joaquim Bravo (com Leonor Nazaré), 2000; Obras Escolhidas de Pedro Calapez (com João Miguel Fernandes Jorge), 2004.

Historiadora e crítica de arte desde os anos 80, foi colaboradora regular no Expresso (Revista e Cartaz) entre 1989-1990.
Realizou o Curso de Arte Contemporânea Portuguesa - Anos 60, 70 e 80, no Centro de Arte Moderna, com o escultor Rui Sanches em 1996.
Desde 2001, coordena o trabalho de investigação para o catálogo Raisonnée de Amadeo de Souza-Cardoso, a editar em 2006, no contexto de outras realizações em torno deste artista.

Yell
Escrito por Rafaela em 19:55:49 | Link permanente | Comments (0) |